8 Estratégias eficazes de Marketing sem nenhum custo!

Para quem como eu, já esteve diante de clientes que tinham muita força de vontade, potencial e uma gana enorme de crescer, mas por outro lado não tinham onde tirar um centavo para investir em marketing esse post é de muita utilidade. Com o objetivo de solucionar as questões de marketing desses empreendedores eu comecei a buscar soluções que estão na nossa frente, e com um esforço e dedicação, podem trazer ótimos frutos

Não se surpreenda se a maioria dessas soluções vem da internet, essa “mídia” veio para ajudar e muito.

Neste post, falar sobre 8 de estratégias de marketing que eu tenho usado e que tem trazido retornos incríveis a custo zero.

1. Tenha um site na internet. Essa na verdade não é uma estratégia propriamente dita, mas sim o ponto de partida para obter sucesso na maior parte das ações que irei mencionar a seguir. Hoje você pode ter um site na internet sem nenhum investimento, pode ser uma página no Facebook, um Blog, entre outras alternativas.

2. Forneça conteúdo para blogs. Se você tem experiência em um determinado campo, de preferência na qual você ou sua empresa atue, eu recomendo que você procure blogs que falem diretamente com o seu nicho e ofereça para escrever conteúdo para o mesmo. Mesmo os blogueiros muitas vezes estão ocupados para desenvolver novos posts, e estão sempre a procura de um bom conteúdo para inserir em seus blogs. Oferecer-lhes um post 100% original que eles possam colocar em seus blogs pode ser a chave para uma parceria de sucesso para ambos. Isso vai poupar o tempo do proprietário do blog, fornecer algo de valor para seu público, e dar-lhe exposição.

3. Concentre-se em classificações de busca orgânica. Obter um bom livro sobre SEO e aprender como otimizar seu site ou blog é o primeiro passo. Se o seu site aparece organicamente (sistema de busca não pago) para uma variedade de pesquisas de palavras-chave diferentes, você vai começar a receber tráfego de qualidade para o seu site. Custos de tráfego orgânico é pouco ou nada para gerar – apenas muito suor.

4. Integrar ícones de mídia social em seu site. Eu sei que isto parece simples, mas há toneladas de mensagens todos os dias nas redes sociais de empresas tanto b to b quando b to c pedindo que você ReTweet, ou de um “Curtir” no Facebook. Falar para o nicho correto, saber quando e como abordá-lo pode fazer toda a diferença.

5. Construa uma lista de e-mails. Uma das práticas de marketing mais eficaz é construir uma lista de e-mails. Há muitas maneiras da qual você pode fazer isso, mas uma das melhores é oferecer algo de valor em troca de um endereço de e-mail válido. Use um formulário para capturar e-mails de visitantes do site, em troca de um download gratuito algo que seja de valor para seu cliente. Mensagens por email são ágeis e podem envolver o seu público em uma base regular.

6. Press releases (notas para a imprensa). Distribuir um press release é uma maneira fabulosa para espalhar a palavra sobre a sua empresa, produto, serviço ou site. Escrever um comunicado de imprensa é fácil e pode ser sobre algo novo sobre o seu negócio relacionado a sua empresa, e tente sempre mencioná-la, mas de preferência não sendo ela o foco da notícia. Um ponto importante é que os veículos adoram novidades, os famosos “furos”, então tente sempre falar de algo inédito. Não pense somente nos veículos de massa, mas também nos nichos e veículo pequenos.

7. Comentários em Blogs. De onde você tira suas notícias? Quais os blogs são influentes em seu nicho? Comece lendo e comentando nesses blogs. Com o tempo, você construirá uma reputação online através de comentários e você poderá começar a integrar as informações sobre recursos que você oferece. Isso leva algum tempo, mas pode ajudar a desviar o tráfego a partir de fontes bem conhecidas.

8. Fóruns. Comece visitando e contribuindo em fóruns. Participe, abra tópicos relevantes, dê sua opinião em outros, ajude quem precisa. Ter uma boa reputação em fóruns é ótimo para fazer o seu nome e da sua empresa. Você pode sempre colocar o link para o seu site em sua assinatura.

Se você tem um grande orçamento de marketing ou mesmo nenhum, há uma série de opções para promover o seu negócio que vai lhe custar um centavo.

Conheça bem o seu público, domine as ferramentas de comunicação gratuitas da internet e principalmente, soe a camisa!

Estratégia Go-to-Market (Entrando no Mercado)

Hoje falarei sobre a arte e a ciência de uma estratégia go-to-market ( canais que uma empresa usará para se conectar com seus clientes e os processos organizacionais que se desenvolvem). Embora realmente não exista um plano perfeito quando se trata de desenvolvimento de programas eficazes de marketing para seus produtos ou serviços, acredito que há uma série de componentes-chave para o melhor programa go-to-marketing..

Se você não estiver familiarizado com a estratégia go-to-market, é realmente um roteiro para a introdução de sua oferta ao mercado. É baseado na criação de uma posição única no mercado que inclui preços, mensagens e campanhas promocionais para os produtos ou serviços que serão oferecidos nos canais que melhores se adequam aos objetivos da empresa. Engraçado como no “fim” sempre voltamos ao “começo”, os 4 P’s. Fundamentos de um plano de go-to-market forte inclue:

1. Posicionamento do produto.  Determine o que sua conjectura de venda original é. Qual é a sua diferenciação e que você está tentando vender? Depois de saber o quão diferente seu produto é dos concorrentes, e quem é o seu público-alvo é que você pode tomar decisões sobre embalagem, preço, e assim por diante. Uma boa referência bibliográfica para quem deseja melhor posicionar o seu produto é “As 22 Leis Consagradas do Marketing” de Al Ries & Jack Trout, um livro de cabeceira para todo publicitário.

2. Conheça o seu cliente.  Você tem uma imagem clara de quem vai pagar por seu produto ou serviço? Compreensão do processo de decisão de compra de seu comprador – como eles usam o produto, a necessidade de seu produto resolve? O que eles estão dispostos a pagar? – Faz toda a diferença. Personifique o usuário do seu produto, com personalidade, aparência e não esqueça também dos influenciadores, compradores que podem não ser o usuário, do iniciador, especificador e decisor de compra.

3. Segmento por evento.  Há ocasiões de compras específicas que são importantes para o seu comprador? No passado, a maioria dos planos de ir ao mercado foi baseada em lançamentos de produtos ou datas arbitrárias de mídias. Hoje, para ser eficaz, você precisa considerar a razão de compra para seus clientes. Quais eventos influenciam a compra durante o ano? Conhecer e capitalizando sobre estes eventos é essencial para seu plano de go-to-market.

4. Determine sua estratégia de vendas.  Antes de desenvolver nosso plano de marketing é preciso considerar a estratégia de vendas. Você vai conduzir perspectivas para um contato face-a-face, alavancar a sua equipe de vendas interna, ou vai focar em vendas on-line? Considere todas as etapas de compra antes de ir para o mercado.

5. Faça um laboratório para o seu programa.  Os programas mais eficazes são aquelas que são testadas em pequena escala. Antes de colocar todos os ovos em um único cesto, considere lançar primeiramente seus planos de marketing em um pequeno grupo de teste. Isso permite que você controle melhor e teste todos os aspectos do seu plano de marketing e minimizando riscos. No Brasil, existem até cidades testes para lançamentos de campanhas, a mais famosa é Curitiba/PR.

6. Defina a sua estratégia de go-to-market.  Uma vez que você começar a implementar o seu plano, é importante acompanhamento constante para estar consciente do que está funcionando e o que precisa ser melhorado. O objetivo do marketing não é perfeito, mas de melhoria contínua. Através de medições e refinamento, você pode obter o máximo de seu plano de go-to-market.

7. Teste. Teste. Teste.  Sei, estou sendo taxativo, mas essa é fórmula para evitar gastos desnecessários. O resultado do teste é a chave para evitar erros no futuro e alcançar seu objetivo de marketing com a menor dispersão possível.

 As estratégias de Go-to-market sempre variam em tamanho, tempo, escopo. Mas tenha consciência que as estratégias mais eficazes têm todos os elementos-chave em sua essência, recaptulando: posicionamento, saber seus clientes, segmentando por evento estratégia de vendas, programas piloto, refinando e testando seu plano. Se você deseja sucesso em seu planejamento de marketing, certifique-se que você considerou todos esses elementos como parte de seu plano de go-to-market.

O comércio eletrônico pelas redes sociais (Social Commerce)

A cada dia que passa, eu estou mais convencido de que as redes sociais não são apenas “modismo”, pelo contrário, elas têm uma vida longa pela frente e ainda estamos aprendendo a colher os melhores frutos delas.

Nos últimos meses tivemos muitas novidades relacionadas ao marketing digital, mas, uma delas, em especial, me chamou mais atenção, que foi a nova maneira (ou conceito) de vender produtos através das Mídias Sociais, o Social Commerce.

A nova febre ligada à rede é o “social commerce” (e-commerce dentro ou interagindo com redes sociais). Todos os dias eu ouço alguém falando que vai abrir uma loja virtual dentro do Facebook e que vai ganhar rios de dinheiro. Mas será que é tão simples assim? Por que devo apostar nessa ferramenta?

Bom, vamos por partes, por definição, Social Commerce é o e-commerce se relacionando com o público direta ou indiretamente. Isso sempre ocorreu se tratando de comércio, porém, quando isso se expande para os relacionamentos no universo digital dentro das redes sociais, então, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje existe, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais. Como exemplo, temos o Facebook criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos EUA e que hoje oferece o seu espaço Fan Page, onde o empreendedor pode colocar uma loja virtual dentro do Facebook, para isso, basta possuir uma plataforma e-commerce, opções das mais baratas até as de alto investimento não faltam no mercado.

Se o facebook fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo, imagina o quanto interessante é esse espaço?

Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-Commerce, ou comércio via Facebook, que, por exemplo, já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.

Como se sabe, as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut etc.) ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois nelas as pessoas falam sobre seus interesses e dentre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas interagem, por exemplo, buscando esclarecer suas dúvidas, bem como aquelas que outros usuários possam ter usando, para isso, a opinião de pessoas conhecidas ou não. Para se ter uma idéia, 78% das pessoas confiam nas opiniões postadas na web, enquanto apenas 14% confiam em anúncios.

Esse processo, cada vez mais, antecede as compras que possam ou não ser realizadas pela web, mas que, com certeza, nela se iniciam. Nos dias atuais, o consumidor procura se informar na web antes de ir ao PDV realizar a compra. Há diversos benefícios que os internautas descobriram nessa interação propiciada pelo Social Commerce como: economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns, aumento do poder de barganha, além, obviamente, de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.

Paul Mardsen, autor do blog Social Commerce Today apresentou 6 interessantes dimensões do S-Commerce que evidenciam muito bem como é feito e o que favorece este tipo de comportamento, são eles:

  1. Compra Social
  2. Classificação de Comentários
  3. Recomendações e referências
  4. Fóruns e Comunidades
  5. Otimização de redes sociais (SMO)
  6. Anúncios Sociais e Social Apps

Se tratando de Facebook, a maior de todas as redes sociais, além de locar o seu e-commerce no mesmo, uma ferramenta muito usada hoje é trazer a rede social para a sua loja virtual tradicional. Há poucos meses atrás, fiz uma compra no site NetShoes, era uma promoção da Nike,  após a compra, me deram a opção de publicar a mesma no Facebook e no Twitter. Achando que era um rapaz “esperto” por ter aproveitado a promoção não pensei duas vezes e publiquei na rede

Em resumo, a diversas formas de explorar o comércio eletrônico dentro das redes sociais e creio que este é um caminho fantástico, afinal, acredito que trata-se de um sistema onde todos nós podemos ganhar, tanto como consumidores, como compradores de mídia, por que na maioria dos casos de S-Commerce que temos hoje, a opção de receber ou não a informação acerca de um serviço ou produto é, na maioria dos casos, exclusivamente do cliente e, por conseguinte, a rejeição pelo produto/serviço diminuiu consideravelmente.

É isso aí, criatividade e interatividade que você pode ir longe com essa ferramenta.

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