Todo mundo deseja um dia ser o “dono do próprio nariz”, abrir uma empresa parece ser a melhor solução, além do que, a economia do país precisa girar. No entanto, apenas vontade e coragem não são suficientes para o sucesso empresarial.
Vendo tantos amigos meus chegando aos 30 anos acordando com a ideia na cabeça de que são empreendedores, decidi criar esse artigo.
É muito importante que o candidato a empresário saiba que ele precisa conhecer os aspectos que envolvem a abertura de um negócio, o tamanho e as características do mercado no qual pretende atuar, a legislação vigente, os padrões de qualidade e, não menos importante, como obter o capital necessário para implantação e operação do negócio. Esses fatores, aliados à afinidade com a atividade a ser desenvolvida e à competência gerencial, são fundamentais para o sucesso.
Os motivos mais citados para deixar de ser empregado e começar um negócio próprio são:
• “Mandar no meu próprio nariz”.
• Ser patrão ao invés de empregado.
• Ganhar mais.
• Dedicar mais tempo à família.
• Sair da rotina.
• Realização pessoal.
• Provar para si mesmo e para os outros sua competência.
• Trabalhar menos e tirar férias quando desejar.
• Percepção de uma oportunidade.
• Por necessidade.
Porém, ser empresário exige sacrifícios que muitos não estão dispostos a fazer. Entre alguns desses estão os seguintes:
1. Trabalhar de 12 a 15 horas diárias ao invés de 8 horas como empregado.
2. Alguns empresários não tiram férias. Quando saem em férias é por poucos dias e mesmo assim ligam para a empresa “só para saber como vão as coisas”.
3. Muitas vezes se envolvem tanto com a empresa que diminuem, ao invés de aumentar, o tempo dedicado ao convívio familiar.
4. Sua desejada independência torna-se relativa quando se observa a dependência em relação aos fornecedores, bancos, clientes, funcionários, governo, etc.
5. O Patrimônio Pessoal e familiar muitas vezes corre risco ao ficar em garantia de empréstimos bancários.
6. Sua vontade de ganhar muito dinheiro esbarra muitas vezes nos entraves da falta sua de
competência ou de seus colaboradores.
Vale a pena?
Olhando pelo lado econômico, empreender ainda é um bom negócio. Caso contrário, não teríamos tantas pessoas investindo em negócios próprios, quando bem que poderiam deixar seus recursos rendendo numa segura caderneta de poupança.
Riscos são inerentes aos negócios. Uma vez que dinheiro “não leva desaforo para casa”, mais do que gosto por aventura é preciso ter os pés no chão e correr riscos sim, porém, calculados. Para isso o empreendedor dispõe de uma velha e valiosa ferramenta de administração chamada “Plano de Negócio”, na qual tem inserida uma peça chamada “Viabilidade Econômico-Financeira” que responde às perguntas:
• Quanto dinheiro tenho de investir?
• Quanto terei de lucro?
• Quando acontecerá o retorno dos investimentos?
• Quais serão os impostos a recolher?
• Esse negócio vale a pena?
Planejar o negócio é fundamental para que o sonho de ser empresário não se transforme em um pesadelo.
Por que esse é um tema para um blog de marketing?
Tenho observado muitos aventureiros que decidem abrir sua própria empresa e se esquecem de reservar uma verba para nosso amigo marketing Gastam tudo que tem em uma boa sala de escritório, mesas modernas, um lindo I-Mac e esquecem que precisam trazer seus consumidores para conhecer seu belo estabelecimento e convencê-los a saírem de lá com seu produto ou serviço, muitos não sabem nem quem são eles, mas isso tema para outro post.
Ninguém duvida que a internet e as redes sociais terão um papel mais ativo a cada nova eleição, basta ver o quanto influenciaram o debate político nas campanhas para presidente no último ano. No mundo virtual, a apatia, o desinteresse pela política que se sente nas ruas ou mesmo a aversão, inspirada pelos escândalos, não são tão sedutores. Os candidatos ainda acreditam que gastar sola de sapato rodando brasil a fora fazendo os clássicos comícios deve continuar sendo o carro-chefe da sua exposição nas campanhas, afinal, voto é quantidade e não qualidade, mas eles sabem que não podem desprezar o diálogo e a interação pelas redes sociais, pois estes também podem se reverter em confirmações de voto nas reais urnas eletrônicas de outubro.
Segundo o site Terra , o guru da campanha em ambiente 2.0 de Dilma Rousseff, Marcelo Branco, pioneiro na luta pela popularização do software livre no país e pela democratização dos meios de comunicação, é um entusiasta. Ele costuma dizer aos “companheiros virtuais” que a credibilidade das informações recebidas via redes sociais é maior que a dos veículos sem essa interação que o orkut, twitter, facebook, MSN e outras ferramentasdo tipo propiciam. Passa de 40% a alta credibilidade e chega até o patamar de 80% a soma de todos os indicadores positivos de confiança. A que se deve isso? Ao fato de que mais do que as simples assinaturas de jornais e revistas ou as audiências fiéis e aleatórias aos programas de rádio e TV, os internautas escolhem a dedo os perfis que seguirão e os ‘amigos’ adicionados nas suas páginas nas redes sociais. E podem conversar diretamente, interagir com os candidatos, desde que eles mesmos twitem, respondam e interajam.
Resumindo, como minha professora em redes sociais, Marta Gabriel, costumava dizer: “não basta adicionar um número infinito de pessoas, é necessário ganhar a apatia dos seguidores e a única maneira é interagindo com ele.”
Assim como no corpo-a-corpo dos candidatos em campanha que eles vão até as feiras, casa no subúrbio (fico impressionado como eles só aparecem nessas horas e o povo simples para não dizer ignorante sempre cai na mesma tática) e isso cria uma empatia com o público que geram frases de campanha como: “ele(a) foi na minha casa, esteve no meu bairro, na minha comunidade”. E isso tem um poder multiplicador de votos, nas redes sociais não é diferente, nada como um “RT” para fazer qualquer um amigo de infância.
Nem precisa ser candidato jovem para aproveitar ao máximo o potencial das redes sociais na campanha política. Claro que esses têm mais familiaridade com a tecnologia, mas nada que poder aquisitivo - a exemplo dos celulares que permitem atualizar blogues de qualquer lugar - e criatividade não resolvam. Há muito ‘tiozão’ da política conferindo uma cota especial de atenção às redes. Primeiro porque dar bobeira não é o mal que os aflige e porque na pré-campanha, esta foi a lacuna encontrada para se colocarem na vitrine. Mas tem que saber usar para não ficar dando ‘bom dia a cavalo’ via Twitter.
Cases:
Um case de enorme sucesso foi o da campanha de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos em 2008. As redes sociais foram a maior fonte de renda para campanha. No vídeo abaixo vocês podem conferir melhor:
Uma das coisas que mais ouvi no dia de hoje (um dia após a morte de Steve Jobs) foi: “mas quem é esse cara”. Poderia colocar em mil palavras o que eu acho desse grande empreendedor. Steve Jobs não era um grande programador e sim um visionário, ele conhecia as regras do marketing melhor do que qualquer um, bom, não vou falar mais nada, deixarei que o próprio fale por si:
“Estou honrad
o de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias. A primeira história é sobre ligar os pontos.
Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer.Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior.
Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.” Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.
E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz.
No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes.Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.
Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.
Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.
Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.
De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.
Minha segunda história é sobre amor e perda.
Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação – o Macintosh – e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir.
Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira.
Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida.
Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.
Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia.
Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.
Minha terceira história é sobre morte.
Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.
Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas – que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro.
Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas.
Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.
O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição.
Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.
Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: “Continue com fome, continue bobo”. Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.